Para tornar - se um Furioso e necessário principalmente ter o espirito livre e o coração aventureiro, ter idade minima de 21 anos, motocicleta a partir de 125 cc e possuir Carteira Nacional de Habilitação na categoria A. O novo integrante ou PP(próspero participante) para ingressar no Moto Clube Fúria Sobre Rodas, deverá ser indicado por um membro já escudado, e ficará sob sua responsabilidade, até conquistar o seu próprio escudo, uma longa jornada que poderá durar até 2 anos.

REUNIÕES NA SEDE SOCIAL TODAS AS QUARTAS A PARTIR DAS 19:00 HRS

Estatuto Social

MOTOCLUBE FÚRIA SOBRE RODAS

      Rua Coronel Veiga, n. 261
      Coronel Veiga
      Petrópolis - RJ
      CEP: 25.655-151




ESTATUTO SOCIAL DO MOTOCLUBE FÚRIA SOBRE RODAS



ATITUDE, ÉTICA E RESPEITO



FUNDAÇÃO – 01 DE MAIO DE 2005





CAPÍTULO I  - DA DENOMINAÇÃO, SEDE E FINS.

 
Art. 1
– O Fúria Sobre Rodas fundado em 01 de maio de 2005, é uma Associação, sem fins econômicos, que terá duração por tempo indeterminado, sediado no Município de Petrópolis/RJ, à Rua Coronel Veiga, n. 261, Coronel Veiga, Petrópolis/RJ, CEP: 25.655-151 e foro nesta mesma cidade de Petrópolis/RJ – RS.


Art. 2
– A Associação tem por finalidades, buscar a fraternidade entre motociclistas em geral, promover viagens, reuniões e eventos ligados ao motociclismo, no Brasil e no Exterior, promovendo esclarecimentos, orientações e a interação entre eles, empreender atividades e eventos educativos e culturais, destinados à filantropia e de ajuda à pessoas carentes e outras finalidades afins, na forma deste Estatuto Social.



Art. 3 – No desenvolvimento de suas atividades, a Associação não fará qualquer discriminação de raça, cor, sexo ou religião.


Art. 4
– Associação poderá ter um Regimento interno, que aprovado pela assembléia Geral, disciplinará o seu funcionamento.


Art. 5
– A fim de cumprir sua(s) finalidade(s), a Associação poderá organizar-se em tantas unidades de prestação de serviços, quantas se fizerem necessárias, as quais se regerão pelo requerimento interno.


 
CAPÍTULO II – DOS ASSOCIADOS

 
Art. 6
– A Associação é constituída por um numero ilimitado de associados, que serão admitidos após ser apresentado por dois associados e serem aprovados por unanimidade em reunião da associação.


Art. 7
– Haverá as seguintes categorias de associados:


1.         Fundadores, os que assinarem a ata de fundação e criadores da Associação.
2.         Contribuintes, os que forem admitidos posteriormente à assembléia Geral da fundação.


Art. 8
– São direitos dos associados quites com suas obrigações sociais:


    
1.         Votar e ser votado para cargos eletivos;

2.              Tomar parte nas reuniões, encontros e passeios;

3.              Usar e gozar dos serviços do clube;

4.              Participar das atividades promovidas;

5.              Integrar comissões que venham a ser criadas, desde eu pela Diretoria Executiva indicados;

6.              Apresentar visitantes que poderão, satisfeitas as exigências próprias de cada atividade, participar de reuniões, encontros ou viagens, mediante autorização prévia da Diretoria Executiva;

7.              Usar blusão, colete ou outros distintivos oficiais do clube que venham a ser criados estendendo-se aos seus dependentes legais este benefício, desde que expressamente cadastrados;



Parágrafo único. O sócio efetivo, mediante pedido expresso e fundamentado e a critério da Diretoria Executiva, poderá obter suspensão de sua matricula, cessando os seus direitos e deveres junto ao clube, ficando dispensado do pagamento das mensalidades durante o período de afastamento.


Art. 9
– São Deveres dos associados:


1. Cumprir as disposições estatutárias e regimentais;

2. Acatar as determinações da Diretoria;

3. Possuir carteira de habilitação que lhe permita conduzir motocicleta;

4. Possuir motocicleta com potencia igual ou superior a 125cc;

5. Portar-se com inteira disciplina e correção, especialmente quando estiver utilizando o brasão ou símbolos do motoclube;

6. Manter-se em dia com as contribuições pecuniárias do clube;

7. Cooperar sempre, direta ou indiretamente, para o engrandecimento do clube e seu bom nome e nas realizações de suas atividades;

8. Defender os interesses do clube e o acatamento das deliberações do Órgão de Administração;

9. Cumprir e acatar as decisões oriundas das Assembléias Gerais;

10. Devolver brasões, botons, adesivos ou quaisquer outros distintivos oficiais que contenham a marca do motoclube, quando de seu desligamento ou afastamento voluntário definitivo.


Parágrafo primeiro
. Serão considerados aptos a associação do motoclube as pessoas que tiverem sua proposta escrita apresentada por sócio efetivo [padrinho], encaminhada a Diretoria Executiva, que apreciará e decidirá pela observância das regras estabelecidas neste Estatuto, após o que será votada pelos sócios fundadores, deferindo-se ou não o ingresso do novo associado, que deverá obter, para sua aprovação pelo menos 2/3 (dois terços) dos votos.



Parágrafo segundo. Tendo o associado faltado a 04 (quatro) reuniões consecutivas, sem plena justificativa, estará o associado automaticamente desligado da associação.


Art. 10
– O associado que por qualquer motivo deixar de pertencer à associação, perde o direito de usar a marca [brasão] ou qualquer distintivo associado à imagem dessa associação e fica na obrigação de devolver a carteira, distintivos e brasões da associação.


Art. 11
– Os associados da entidade não respondem, nem mesmo subsidiariamente, pelas obrigações e encargos sociais da instituição, ficando a Diretoria Executiva responsável unicamente pelas obrigações constituídas em nome da Associação.

 
CAPITULO III – DA ADMINISTRAÇÃO


Art. 12
– A Associação será administrada por:



  1. Conselho Diretor
  2. Conselho Disciplinar


Art. 13
- O Conselho Diretor será constituído por 04 (quatro) eleitos, para ocupar os seguintes cargos:



1. Presidente;

2. Vice-Presidente;

3. Diretor Administrativo;

4. Tesoureiro;

5. 1º Secretário;

6. 2º Secretário;

7. Relações Públicas e Eventos.



Art. 14 - Compete ao Conselho Diretor:



1. Administrar a associação, de acordo com os princípios estatutários e as normas regimentais;

  1. Traçar as diretrizes gerais do plano de ação da Associação.
  2. Encaminhar ao Conselho Fiscal, o balanço geral e as contas dos exercícios financeiros;
  3. Apresentar anualmente ao Conselho fiscal o relatório das atividades e projetos desenvolvidos;
  4. Deliberar eventualmente sobre noções relativas a motociclistas de outros grupos, bem como a empresas ou organizações que se destacarem na atuação em favor do motociclismo;
  5. Convocar os associados quando se fizer necessário;
  6. Orientar os associados sobre as normas de convivência dentro da Associação e principalmente fora dela, quando em viagens ou em encontros onde se reúnem outros motociclistas e outros grupos;
  7. Analisar reclamações sobre algum associado, apresentada pelo demais Conselheiros ou por qualquer associação, neste caso por escrito;
  8. Fazer junto ao associado infrator, as observações que julgar necessária, bem como aplicar as penalidades previstas no regimento interno;
  9. Apresentar ao Conselho a indicação de exclusão do associado, em caso de falta grave, de acordo com as normas elementares de convivência social.


Art. 15
– O conselho Diretor reunir-se-á, ordinariamente uma vez por mês e extraordinariamente, por convocação do Presidente ou dos seus outros três membros.


Art. 16
– Compete ao Presidente:



  1. Cumprir e fazer as normas estatutárias e regimentais;
  2. Representar a associação, judicialmente e extra-judicialmente, ativa e passivamente;
  3. Movimentar as contas da associação, juntamente com o Vice-Presidente e Tesoureiro;
  4. Convocar e presidir as reuniões do Conselho Diretor.


Art. 17
– Compete ao Vice-Presidente:


1.         Colaborar com o Presidente no exercício de suas atribuições e substituí-lo nas suas faltas e/ou impedimento;


2.         Movimentar as contas da associação, juntamente com o Presidente;


3.         Responder pelos demais atos inerente aos serviços da Tesouraria;




Art. 18 – Compete ao Diretor Administrativo:

1.         Zelar para que a sede do clube esteja sempre em bom estado de conservação e limpeza, providenciando pessoal para tanto;


2.         Administrar o patrimônio físico do clube;


3.         Manter atualizado o cadastro dos associados e analisar os relatórios administrativos e financeiros, confeccionando parecer conclusivo sobre a aprovação de contas e atos administrativos, a ser apresent.ado em assembléia para ser votado.





Art. 19 – Compete ao Diretor Tesoureiro:



1.         Manter em dia as mensalidades dos associados, providenciando a cobrança mensal do valor e bem assim não permitir atrasos, além de, acaso existentes, providenciar o parcelamento dos débitos;



Parágrafo único – Compete ao Diretor Tesoureiro a obrigação de, no ato de desligamento de algum associado, verificar sua situação financeira, recebendo os valores devidos até então, assim como providenciar o recolhimento dos brasões, símbolos e afins que identifiquem a Associação.



2.         Confeccionar e apresentar relatórios financeiros ao Diretor Administrativo para que este emita parecer e apresente em assembléia geral destinada ao fim de aprova-los;



Art. 19 – Compete ao Diretor de Relações Públicas e Eventos:



1.         Organizar e fazer cumprir o plano de chamada e avisos entre os associados;



2.         Organizar as saídas para eventos;



3.         Manter sempre em ordem o Quadro de Eventos;



4.         Organizar viagens longas, com previsões e hospedagens para quem se interessar;





Art. 20 - O Conselho Disciplinar é o órgão de fiscalização disciplinar e econômico-financeiro, composto por dois membros.


Art. 21
– Compete ao Conselho Disciplinar:


1.         Examinar semestralmente os livros, documentos contábil, balancetes e relatórios do Conselho Diretor.



CAPITULO IV – DAS ASSEMBLÉIAS



Art. 22 - A Assembléia Geral Ordinária, constituída pelos associados em gozo de seus direitos, soberana em suas resoluções, se reunirá ordinariamente a cada ano na segunda quinzena de abril, com intuito de deliberar sobre a prestação de contas do exercício findo, bem como próximo ao término dos mandatos eletivos, para eleger a Diretoria, o Conselho Fiscal, além de outros assuntos porventura previstos na “ordem do dia”.



Parágrafo único – A eleição para os cargos da Diretoria dar-se-á para um mandato de 02 (dois) anos, permitida a recondução ilimitadas vezes.



Art. 23 - A Assembléia Geral Ordinária será convocada pelo Presidente da Associação, ou por seu substituto legal, ou pelo Conselho Fiscal, mediante convocação escrita, com antecedência mínima de 15 (quinze) dias.





§ 1º - O Associado que pretender se candidatar deverá integrar-se a uma chapa e apresenta-la à Direção no prazo máximo de 05 (cinco) dias antes da realização da respectiva Assembléia.



§ 2º - É vedada a candidatura de Associado que não estiver quite com o clube.



Art. 24 - A Assembléia Geral da Associação, deliberará por maioria e reunir-se-á, em primeira convocação, com a metade dos associados e em segunda e última convocação, meia hora após, com qualquer número de associados presentes, respeitando-se as exceções previstas no Estatuto. Em caso de empate relativo a qualquer deliberação, caberá ao Presidente o voto de desempate.



Art. 25 - O Presidente da Associação, ou seu substituto legal instalará a Assembléia Geral solicitando ao Secretário que proceda a leitura da Ata anterior, a fim de que seja submetida à aprovação.  Em caso de eleição, a direção da Assembléia caberá àquele que o Presidente convidar.



Art. 26 - O direito do voto será exercido pessoalmente pelo associado, não sendo admitida representação por procuração.



Art. 27 - Só terá direito a voto na Assembléia Geral, o associado que estiver quite com suas obrigações sociais.



Art. 28 - A Ata da Assembléia será assinada pelo secretário e pelo Presidente.



Art. 29 - As Assembléias Gerais poderão ser convocadas extraordinariamente pelo Presidente, pelo Conselho Fiscal ou mesmo a pedido de pelo menos 1/5 (um quinto) dos associados, estes, mediante correspondência endereçada ao presidente da Associação, que terá o prazo de 05 (cinco) dias para a convocação.



Art. 30 – Além dos casos já especificados no presente Estatuto Social, compete privativamente à assembléia geral:



I - destituir os administradores;

II - aprovar as contas; e

III - alterar o Estatuto.



 
CAPÍTULO IV – DO PATRIMÔNIO

 
Art.. 312
– O patrimônio da Associação será constituído por:



  1. Recursos Provenientes das contribuições dos associados;
  2. Doações legados e subvenções de pessoas de Direto Público e privado;

  1. Receitas Eventuais;
  2. Bens moveis e imóveis que lhe forem destinados e/ou adquiridos.


Art 32
– No caso de dissolução da instituição, os bens remanescentes serão destinados à outra instituição congênere, com personalidade jurídica, que esteja registrada no Conselho Nacional de Assistência Social ou entidade publica.
 
CAPÍTULO V – DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

 
Art 33
– É vetado ao associado, remunerar, direta ou indiretamente, os membros dos Conselhos Diretor e Disciplinar.


Art. 34
– É vetado ao associado, no uso de suas prerrogativas associativas, a vinculação com atividades político partidárias.


Art. 35
– Os casos omissos serão resolvidos pelo Conselho Diretor.


Art. 36
– Este Estatuto é reformável, no todo ou em parte, inclusive no tocante à sua administração, com a presença de pelo menos 2/3 dos associados.



Art. 37 – Este estatuto entra em vigor a partir de ___/___/_____.





Petrópolis, ___/___/_____.



 Adilson Bastos Ferreira

Diretor Presidente



Jorge Fernandes

Diretor Tesoureiro

 
Juarez Fernandes

Diretor Administrativo